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Novas ferramentas, recursos e melhorias no site
O que é o mapa astral e para que serve
O mapa astral é um desenho do céu no momento em que você nasceu: onde estavam o Sol, a Lua e os planetas naquele minuto, vistos da sua cidade. Dele saem o signo solar, o ascendente — o signo que subia no horizonte —, as doze casas e os aspectos entre planetas.
Fizemos uma calculadora de mapa astral: onze sistemas de casas, zodíacos tropical e sideral, fusos horários históricos. A astronomia é conferida com as efemérides da NASA — a diferença não passa de 8,6 segundos de arco.
O que é exato aqui é a astronomia, não a interpretação, e dizemos isso abertamente. Por isso você informa o quanto conhece a hora do nascimento, e cada posição é marcada como firme, limítrofe ou indefinida.
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EntrarTeste de QI: resultado na hora, sem pagar
Há anos procurei um teste de QI, respondi a ele até o fim — e no final pediram pagamento para eu ver o meu próprio resultado. Aquilo me irritava. Ainda hoje é assim em muitos sites.
O nosso teste de QI funciona ao contrário: a pontuação, o percentil, o intervalo de confiança e o perfil de seis habilidades aparecem na tela na hora, sem pagamento e sem cadastro.
Um pouco de ciência. A escala é construída para que a média seja exatamente 100: dois terços das pessoas ficam entre 85 e 115 e cerca de 2% passam de 130. As questões não têm palavras — figuras e sequências, na tradição das matrizes de Raven (1938), igualmente justas em qualquer idioma. E nenhum teste entrega um ponto, apenas um intervalo; por isso mostramos o intervalo de confiança ao lado da pontuação.
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EntrarAqui é a Tembrica. Nova ferramenta: Clima espacial
Aqui é a Tembrica. Hora de Moscou: . Damos notícia de uma nova ferramenta.
Clima espacial responde a uma única pergunta e responde na hora: há tempestade geomagnética agora? Sim ou não, em letras grandes, na primeira linha — e quando a próxima é esperada.
Para quem é. Para caçadores de auroras: o mapa mostra por onde o oval passa neste minuto e se ele chega à sua região hoje à noite. Para radioamadores e quem trabalha em ondas curtas: as explosões solares derrubam as faixas, e aqui dá para ver quando exatamente. Para quem depende de posicionamento por satélite preciso — na tempestade ele erra mais do que o normal. E para quem acabou de ler uma manchete sobre "a maior tempestade em cem anos" e quer conferir por conta própria.
Sobre os números, rapidamente. Kp é uma escala de zero a nove. Quanto mais alta, mais forte a perturbação e mais longe do polo a aurora aparece: em oito, Buenos Aires; em nove, o sul do Brasil e a Península Ibérica.
Os dados vêm do NOAA Space Weather Prediction Center. É um serviço informativo: não médico, não aeronáutico, não de emergência.
Fim do aviso. Fiquem conosco.
— Equipe Tembrica
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EntrarGuardem a gente no celular, por favor — senão vocês nos perdem e depois procuram
Meus queridos, tenho um pedidinho para vocês, e não vou sossegar enquanto não fizer.
Muita gente nos encontra por acaso: precisava cortar uma música, deu uma passada, resolveu e fechou a aba. E um mês depois — "cadê aquele site que tinha tudo?" E não acha mais, não é mesmo. Pois é: dá para nos guardar como aplicativo. Um botão, e aparece um ícone na área de trabalho ou na tela inicial do celular, igualzinho a qualquer outro app. E aí vocês não nos perdem mais.
No iPhone é pelo «Compartilhar» → «Adicionar à Tela de Início», e o próprio botão mostra o passo a passo. No computador, no Chrome ou no Edge, procurem o ícone de instalar na ponta direita da barra de endereço.
E tem um bônus gostoso: depois de instalado, uma parte das ferramentas funciona até sem internet. No avião, no metrô, no sítio onde só pega sinal se você subir na cadeira — algumas coisas abrem assim mesmo.
E agora a novidade que me fez puxar essa conversa. Já passamos de 630 ferramentas e, até o fim do mês, queremos chegar a 700. São vinte e três dias e meio e muito trabalho pela frente. Então o ícone vai ser útil bem rápido — vai ter motivo de sobra para dar uma passadinha.
Instalem agora, tá bom? Antes de esquecer. Leva dois segundos. 💛
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EntrarO teste de ikigai está aberto — o melhor teste de propósito que você já viu
Fizemos o teste de ikigai. E digo com franqueza: é o melhor teste de propósito que você já viu. Outros desenham quatro círculos copiados da internet e chamam isso de teste — fraco!
O que é ikigai? Uma noção japonesa com séculos de história: «aquilo que faz a vida valer a pena». É contada entre os segredos dos longevos de Okinawa, e a ciência a estuda a sério desde os anos 1960: a ideia passou na prova do tempo e da pesquisa. Uma lenda que não vamos lhe vender: o famoso esquema de quatro círculos não é um pergaminho antigo — foi desenhado no Ocidente, nos nossos dias. A verdade vale mais que um conto bonito, por isso o método é explicado com honestidade, e o sentimento de uma vida plena é medido pela única escala aberta e validada — Ikigai-9.
Para que fazê-lo? Porque a pergunta «estou fazendo a coisa certa com a minha vida?» consome mais forças do que qualquer trabalho. Em sete minutos o teste mostra onde você está: um mapa de quatro direções — o que você ama, o que faz bem, o que as pessoas precisam e o que paga —, seu arquétipo, e cada número explicado em palavras simples. Você recebe uma resposta útil, não um rótulo: qual é o seu lado forte, o que falta e com quais três perguntas começar para que a sua ocupação alegre e sustente ao mesmo tempo. E na Oficina o mapa do sentido é montado pelas suas próprias mãos, com as suas próprias atividades: você verá qual delas está mais perto do seu ikigai.
Quarenta e uma perguntas — um resultado colossal. Faça o teste — e julgue você mesmo!
— A equipe Tembrica
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EntrarPedi a uma IA que fizesse um vídeo sobre a Tembrica
Um único pedido: apresentar o sítio com as suas próprias ferramentas. A voz é sintética; as imagens, reais.
O que faz o quê:
- Captura de ecrã Gravador de Tela
- Voz Texto para voz
- Música Música de fundo
- Mistura Misturador de áudio
- Masterização Masterização
- Som no vídeo Áudio no vídeo
- Legendas Legendas automáticas
- Montagem Cortar vídeo
Para que a sua IA faça o mesmo, abrimos uma API. A chave está em Definições → API: entregue-a ao seu modelo e peça. Por exemplo: «faz um vídeo sobre o sítio Tembrica com locução sintetizada».
A API saiu hoje e nem todas as ferramentas estão ainda disponíveis para uma IA. Se algo não resultar — escreva-nos.
— A equipa Tembrica
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EntrarVeja quanto custa a masterização em qualquer plataforma. Alguém aceita esses pedidos todos os dias
Veja quanto custa masterizar uma faixa em qualquer plataforma de freelancers. E quanto custa a transcrição, cobrada por minuto de áudio. Não são os nossos números: são as tabelas de preços de outras pessoas, e qualquer um pode conferir em um minuto.
Pedidos assim aparecem todos os dias nos quadros de trabalho. Alguém os aceita.
Com uma conta Premium, a masterização roda em lotes de até cem arquivos e volta em um único arquivo compactado. A transcrição de uma gravação de até quatro horas vai para o nosso servidor: dá para fechar a aba e começar o próximo trabalho.
Os direitos sobre o resultado são seus; isso está escrito nos nossos Termos.
Duas coisas que vale saber antes do primeiro trabalho. Uma gravação alheia se transcreve com o consentimento de quem fala nela. Uma faixa alheia se masteriza quando os direitos são do cliente.
Não prometemos renda: você encontra o cliente, você combina, você entrega, e você confere o resultado antes de entregar. Somos apenas a ferramenta no meio dessa corrente.
Se você ainda não faz isso, outra pessoa faz.
— A equipe Tembrica
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EntrarUma ferramenta sai 95% pronta. Os 5% restantes são com você
Há algo neste projeto que vale dizer em voz alta.
Publicamos uma ferramenta quando ela está 95% pronta. Não 100. Os 5% restantes são o que é impossível enxergar de dentro: um formato que não passou pela cabeça de ninguém; um botão que não está onde as pessoas procuram; um arquivo que abre para todo mundo, menos para você. Esses por cento vêm de você.
É assim desde o começo — nove meses. Somos dois, sem escritório, sem investidores; tudo o que entra pelas contas Premium volta para as ferramentas. Nesse tamanho, a única maneira de fazer bem feito é não fazer sozinho.
O que dá para fazer agora, se quiser ajudar:
Quebrou? Escreva para nós — o que você estava fazendo, qual arquivo, o que aconteceu. Três linhas economizam meio dia nosso e a sua espera.
Incomoda? Isso também é um bug. «Funciona, mas me irrita» é a reclamação mais valiosa e a mais rara.
Falta a ferramenta que você precisa? Descreva a tarefa, não a solução. «Toda semana preciso transformar estes arquivos naqueles» é bem mais útil do que «façam um conversor».
Usa algo parecido em outro lugar? Conte o que falta por lá. Não estamos competindo — estamos procurando as lacunas que ninguém fechou.
Quer testar antes? Escreva «quero testar». Devemos aos voluntários boa metade das correções, e novos são sempre bem-vindos.
E obrigado a quem já faz isso. Não somos dois — vocês são muitos, e construíram este lugar junto com a gente.
Por onde começar, se quiser experimentar agora. Acabamos de abrir o criador de avatares animados: ele transforma uma foto ou um vídeo curto em um avatar vivo ou um sticker — boomerang, máscara circular, moldura giratória, fundo transparente e presets para Telegram, Discord, WhatsApp e Slack. É novinho, ou seja, você está diante exatamente daqueles 95%. Teste com a sua própria foto e conte onde ele tropeça: serão os cinco restantes.
— Equipe Tembrica
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EntrarAbrimos um conversor universal: solte qualquer arquivo — ele descobre sozinho o que é e sugere no que transformar
Quase todo mundo guarda uma pilha de conversores nos favoritos: um para imagens, outro para vídeo e um terceiro «aquele em que o PDF abre direito». Tentamos fazer com que um só desse conta.
O Conversor Universal de Arquivos olha para dentro do arquivo, não para a extensão. Se ele se chama photo.jpg mas na verdade é um WebP, a ferramenta diz isso abertamente e converte o que realmente está ali.
Aceita áudio, vídeo, imagens (incluindo HEIC e TIFF), PDFs, documentos Word, EPUB, FB2, PowerPoint, Excel e OpenDocument, arquivos compactados, legendas, tabelas de dados e fontes. Também atravessa categorias: extrair o áudio de um vídeo, capturar um quadro dele, montar um PDF a partir de uma foto, devolver um PDF ao formato Word. Lotes mistos são bem-vindos: solte uma foto, um clipe e uma planilha juntos, defina o destino de cada um e leve tudo em um único arquivo compactado. A maior parte das conversões acontece direto no seu navegador.
Nossa ambição é modesta: substituir todos os conversores da internet. Dentro do razoável, claro — transformar segunda-feira em sexta ainda está fora do nosso alcance.
A ferramenta é nova, então fica o pedido: teste com os seus arquivos e veja onde ela tropeça. Se faltar algum formato, a página tem o formulário «Falta algum formato?» — é por essa fila que decidimos o que acrescentar em seguida.
— Equipe Tembrica
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EntrarUm arquivo do computador para o celular: sem pendrive, sem cabo e sem Wi-Fi
Uma situação conhecida: a apresentação da aula ficou no computador da escola e é necessária no celular. Ou o contrário — você fotografou os trabalhos das crianças e as imagens precisam ir para um documento no computador. E então descobre-se que o pendrive ficou em casa, que o Wi-Fi da escola não aceita o celular pessoal, que o cabo não é o certo, e que entrar no próprio e-mail num computador alheio não dá vontade — e com razão.
Estamos abrindo a transferência de arquivos por QR code. Ela não precisa de nada disso: mostra o seu arquivo na tela, e você simplesmente filma essa tela com a câmera do segundo aparelho. Sem cabos, sem internet, sem programas para instalar, sem senhas.
Como isso é possível. Você certamente já viu um QR code: aquele quadradinho preto e branco para o qual se aponta a câmera num café ou numa estação. Não é uma imagem, é texto empacotado, e num quadradinho desses cabe cerca de uma página. Agora imagine que não há um, mas vinte ou trinta por segundo. A tela pisca, a câmera observa, e o arquivo passa de um aparelho para o outro pelo ar. Pela luz. Como se você fosse mostrando página após página enquanto uma colega as fotografa — só que a trinta páginas por segundo.
E se a mão tremer? Nada de grave, e essa é a parte mais bonita de como foi feito. Ao programa não importa quais quadros você captou, e sim quantos. O que se perdeu será recolhido na volta seguinte, como se um poema estivesse sendo ditado repetidamente. Apenas leva um pouco mais de tempo. E no fim ele confere sozinho se o arquivo chegou inteiro e diz isso com franqueza.
São precisos dois aparelhos: um com tela e outro com câmera. Mais nada. Um esclarecimento importante: quem recebe o arquivo é justamente o aparelho com câmera. Do computador para o telefone funciona sempre — tela todo computador tem. Receber num computador só dá se ele tiver câmera: notebooks têm uma embutida, mas um computador de mesa sem câmera não consegue receber assim. Um documento ou uma planilha levam alguns segundos, uma fotografia meio minuto, uma apresentação com imagens um ou dois minutos — e nesse tempo é melhor pousar os dois aparelhos e não mexer. Um filme não é para isso. Também dá para enviar apenas texto: uma senha de Wi-Fi, um link, um número; no segundo aparelho ele aparece já com um botão Copiar.
E um pedido. Para nós funciona. Mas "para nós" são as nossas telas e as nossas câmeras, e as de cada um são diferentes: uma tela mais apagada, uma câmera mais simples. Experimente em dois aparelhos seus e escreva nos comentários se deu certo. Escreva sobretudo se não deu: existe um seletor que deixa a imagem maior e mais fácil para a câmera — abaixe um passo e conte se ajudou. É exatamente o que não conseguimos descobrir sozinhos sobre os seus aparelhos.
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EntrarA pré-história: por que começamos a consertar arquivos — e o que vem nesta semana
Toda grande história começa com uma pequena catástrofe. A nossa começou com uma carta: «Ajudem, por favor: a gravação com a voz da minha mãe não abre. É a única que tenho». Na época, não sabíamos que viriam centenas de cartas assim.
Foi assim que nasceu o Reparar áudio. Depois vieram os que não conseguiam abrir seus vídeos — e surgiu o Reparar vídeo. Depois, as fotos, e construímos o Reparar fotos. Hoje essas ferramentas são usadas todos os dias, e cada arquivo consertado é a memória de alguém, trazida de volta.
Mas não são só esses arquivos que quebram. Arquivos compactados, documentos, apresentações — cada formato tem seu próprio jeito de morrer. Nosso plano para a próxima semana é simples: aprender a trazer esses de volta à vida também. Se algo seu não abre — não apague. Em breve haverá um lugar para isso na Tembrica.
— Equipe Tembrica
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EntrarDevolva a nitidez aos rostos das fotos antigas
Nos álbuns de família, os rostos mais queridos costumam ser os menos nítidos: uma cópia pequena, a câmera que tremeu, décadas ao sol. Você escaneia — e os olhos quase não aparecem, só manchas claras. Estamos lançando a Restauração de Fotos Antigas: a rede neural encontra cada rosto na foto e devolve seus traços — olhos, dentes, contornos — direto no navegador.
Antes Depois
Antes Depois Arraste o controle — os dois pares são genuínos: fotografias de arquivo de Lewis Hine (1910–1911), rostos restaurados pela rede neural.
Cada rosto é restaurado separadamente e recolocado com cuidado: o fundo, a composição e o tom da foto não mudam — sépia continua sépia, preto e branco continua preto e branco. A intensidade da restauração se ajusta num slider interativo mesmo depois do processamento, um rosto que não ficou bom pode ser desativado com um clique, e o mapa de alterações mostra com honestidade onde a IA mexeu nos pixels e onde não mexeu. Rostos pequenos demais a ferramenta pula de propósito: nesse tamanho a rede neural já não restaura — inventa, e é mais honesto não tocar neles. E se não houver rosto nenhum na foto, a ferramenta aplica uma melhoria geral ao quadro inteiro — com ampliação de quatro vezes.
Os exemplos acima vêm direto da página da ferramenta: lá estão o mesmo slider e duas fotos de arquivo com o resultado já calculado. Experimente primeiro com elas — você nem precisa de uma foto sua.
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EntrarGerador de Efeitos Sonoros
Quem trabalha com som conhece esse tipo de busca: você precisa do rangido de uma porta — não um rangido qualquer, mas aquele, pesado, de porão — e já está no quadragésimo arquivo sem lembrar em que ele difere do primeiro. Agora o som não precisa ser procurado: dá para descrevê-lo.
Fizemos uma ferramenta que cria sons a partir de descrições. Você escreve “um ouriço bufando”, “um barman secando um copo”, “um alarme de carro às quatro da manhã” — em português, no seu próprio idioma — e recebe um som. Não é fala: ele não sabe pronunciar palavras, sua natureza é outra, ele é feito de roçar e de impacto, de chuva e de rangido, do que fica entre as palavras. Funciona com tokens. Dá para baixar em MP3 ou em WAV sem perdas — 48 quilohertz, como na ilha de edição.
Use nos seus próprios trabalhos: vídeo, jogos, aplicativos, podcasts, publicidade.
Os efeitos curtos vão até vinte e dois segundos e sabem repetir em loop sem estalo — para fundos e loops de jogo; as atmosferas longas chegam a três minutos. O que sair fica na sua biblioteca, para você não caçar depois pelas pastas.
Sobre as condições, direto, sem letras miúdas. Você pode usar os sons nos seus próprios trabalhos, inclusive comercialmente e sem prazo. Não pode vender nem distribuir os sons sozinhos — em pacotes, bibliotecas ou coleções de banco de sons: apenas dentro de um trabalho pronto. Não há exclusividade: a mesma descrição, feita por outra pessoa, dará um som parecido.
Sete exemplos com players estão na página da ferramenta. Um galo, uma tempestade, um choro, um ouriço, o barman com o copo, um alarme de carro, um gato. É mais simples ouvir uma vez: Gerador de Efeitos Sonoros.
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